BOLETIM DE OCORRÊNCIAS

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

06 TRALHAS VICIADOS ESTUPRARAM UMA AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS


Estuprada por seis em Mazomba

Auxiliar de serviços gerais, de 32 anos, foi atacada e arrastada para as pedras de uma cachoeira.
As festividades de Natal pareciam estar correndo normalmente para X, de 32 anos, que pouco depois das 19 horas de sexta-feira passada (23) foi arrastada por seis (06 TRALHAS VICIADOS NO QUAL A HORA DELES AQUI NA TERRA JÁ ACABOU FAZ TEMPO) desconhecidos e levada para uma cachoeira da localidade de Mazomba, onde a violentaram.  Trabalhadora de serviços gerais em uma empresa da cidade, e divorciada, ela contou na 50ª DP(Itaguaí), onde procuraria socorro no dia seguinte, que passou por momentos de muita angústia e chegou a pensar que seria morta. Com muitas dores pelo corpo, foi encaminhada para se medicar na emergência do Hospital Municipal São Francisco Xavier.
Ela foi levada até a delegacia pelo irmão, motorista profissional.  X. disse que passava pela Rua Saturnino Braga, próximo à sua residência, quando foi levada pelos desconhecidos, descritos por ela como sendo um branco, um preto e quatro outros que não soube dizer direito a cor e nem a idade aproximada.  Os criminosos a levaram para umas pedras na cachoeira onde a seviciaram e depois a deixaram abandonada no local. No grupo que a atacou não havia nenhum estrangeiro.  A vítima foi encaminhada para fazer exame de corpo de delito no IML de Campo Grande. No meio da confusão, ela se lembrou ainda de pegar um isqueiro e um pedaço de tecido branco, possivelmente rasgado das roupas de um dos atacantes.
EU TENHO INVEJA DOS MEUS COLEGAS DE FARDA DE HÁ UNS 15 ANOS ATRÁS, QUANDO PEGAVAM ESTES VAGABUNDOS. 
SOU A FAVOR DA VOLTA DA PROMOÇÃO POR BRAVURA E A PECÚNIA.  

domingo, 25 de dezembro de 2011


Arrastão no Centro de Itaguaí

Policiais estão tentando identificar a dupla que empreendeu na tarde de terça-feira uma espécie de arrastão no Centro da cidade. Os dois teriam assaltado uma grande loja recentemente inaugurada, mas nada foi registrado na 50ª DP (Itaguaí). Os ladrões aproveitaram-se da confusão devido às compras natalinas. Recentemente, a Polícia Militar tinha anunciado que iria ampliar o efetivo de ronda no Centro para evitar as chamadas “saidinhas de banco”. Por conta disso, esse tipo de investida dos marginais praticamente havia desaparecido.
- EU PEÇO A TODOS QUE DENUNCIE QUALQUER TIPO DE DELITO; MAS QUEIRAM SABER DA SOLUÇÃO DA DENUNCIA.

sábado, 24 de dezembro de 2011

E AINDA FALAM QUE ISTO É UM FATO ISOLADO.......................


Traficantes “dominam” um bairro inteiro de Itaguaí


Traficantes “dominam” um bairro inteiro de Itaguaí
Inscrição em parede de uma das ruas afirma que área é do TCP e ordena que os carros abaixem os faróis.  Mesmo baleado nos dois braços, motorista da patrulha emboscada conseguiu dirigir enquanto colega, com tiro na boca, na barriga e no braço, revidava ao ataque. PM garante que vai intensificar o combate até encontrar os criminosos.
Por Jorge Lopes
Quem passava ontem pelas ruas e becos do bairro do Engenho não conseguia sentir e nem medir, na realidade, o que acontecera na madrugada de quarta-feira quando uma patrulha do 24º BPM (Queimados), lotada na 5ª Cia, em Itaguaí, foi emboscada por três desconhecidos que atiraram nos policiais utilizando sub-metralhadora e pistolas. Ambas de calibre 9 milímetros. Nos botecos, em dois deles pelo menos, o som alto entonando músicas funk, e a presença de jovens, esparsa, mais de ar atento ao que acontecia.
O sol a pino espantava aqueles que não tinham necessidade de estar por ali, nas ruas. As casas, fechadas, e um ou outro comércio se mantinha aberto. Sinal de violência? Não.  Ao olhar para um lado e para outro, ninguém armado. E se havia vigias do tráfico, os chamados “olheiros”, estes se mantiveram em bom disfarce. Eram 14h30, o calor estava intenso neste primeiro dia de verão. No local não existem prédios, como na maioria dos bairros da cidade. Só existem casas, seus muros e portões.
De repente, a aparência de tranquilidade dá lugar a uma preocupação: numa rua, das muitas percorridas pela equipe, mostra o que acontece à noite, quando todos os gatos são pardos.  As letras pretas numa parede dá a ordem, como se estivéssemos entrando numa área proibida, ou “militarmente” guardada: “Área do TCP. Apague os faróis”, alerta o cartaz malfeito, mas intimidador.  Ou seja, estávamos entrando num local dominado pelo Terceiro Comando Puro (TCP) que, ali, é controlada pelo traficante Cabal, que também divide suas forças com outro traficante, o Marimbondo, do Morro do Carvão.  Embora da mesma facção, os dois não se bicam muito, apenas se suportam. Mas, quando se trata de aterrorizar, se juntam para cometerem os malfeitos pretendidos.
Hipoteticamente, os dois têm suas bocas, ou “esticas”, abastecidas por grandes favelas da Zona Oeste, como Coréia e de Senador Camará.  De acordo com o comandante da 5ª Cia, Capitão Fernando Barbosa, ao contrário do que se imagina, Itaguaí ainda não sofre o que vem sofrendo determinadas comunidades, como as de Santa Cruz, dominadas pelo tráfico armado, que utiliza armamentos até de guerra. Ao contrário, não existem aqui locais de refino de drogas e nem quadrilhas extensas. Apesar das denúncias anônimas chegadas à 50ª DP (Itaguaí), dando conta que o município estaria escondendo traficantes foragidos de áreas de UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora).
“O que vem para cá são os chamados “kamikazes”. Traficantes menores que chegam aqui, praticam seus ataques, e fogem”, afirma o capitão Barbosa.
Mas, quem continua percorrendo as ruas mais para dentro do bairro do Engenho ainda se espanta com as “assinaturas de alerta”, afirmando que a área é dominada pelo TCP, e que todo o cuidado é pouco.
“Meu desafio é não deixar que ocupem territorialmente a cidade”, diz o militar, acrescentando que os poucos traficantes que estão no município ainda não utilizam armamento pesado, como fuzis.
Em pequena escala, Itaguaí é dominada por apenas duas facções criminosas: TCP e CVRL (Comando Vermelho Rogério Lengruber). Este último recebe apoio de favelas do bairro de Santa Cruz: Rola e Antares. O ADA, facção Amigo dos Amigos, ainda não entrou.
Mesmo assim, não sendo tão grande as quadrilhas existentes praticam o império do medo junto aos moradores. No caso dos policiais atacados, por exemplo, ninguém quis falar ou comentar o assunto.  Respostas de alguns: “não quero virar comida de jacaré”.
Fatos isolados
Na avaliação do capitão Barbosa, o que aconteceu com os militares de sua companhia foi apenas fato isolado. Ele contou com detalhes a mecânica do ataque à patrulha, promovida por três desconhecidos que estavam escondidos. A central da corporação, através do 190, recebera no início da madrugada de quarta-feira uma denúncia sobre desordem, com som alto de funk, no número 44 da Rua Manoel Santos, no bairro do Engenho, que incomodava a vizinhança.
Para o local seguiu a patrulha prefixo 54-5384, integrada pelos cabos Fabiano Gomes Masseran (Cb. Gomes), de 32 anos, e Edson Fernandes da Silva (Cb.Fernandes), de 35 anos. Ao chegarem a rua, cuja a numeração é desordenada, os dois PMs foram surpreendidos por três desconhecidos, sendo que um deles empunhava uma sub-metralhadora que passou a atirar na direção do motorista da patrulha, cabo Fernandes. Os outros marginais também atiraram na direção do veículo.
Baleado no braço direito, com um tiro que entrou na nuca e atravessou sua boca, o cabo Gomes, por ser canhoto, revidou aos tiros, com sua pistola. O cabo Fernandes, mesmo baleado nos dois braços, conseguiu manobrar a patrulha e sair do local, enquanto o seu colega revidava aos tiros.
Quando recebeu o primeiro tiro, o cabo Fernandes quase desmaiou ao volante, mas teve forças para se recompor e sair do local, dirigindo a patrulha para procurar socorro no Hospital Municipal São Francisco Xavier, onde deram entrada na emergência.  Os dois perdiam muito sangue, como mostra as fotos de dentro do veículo e da na porta do carona. 
Os dois PMs foram depois encaminhados ao Hospital Geral da Polícia Militar, no Rio. Fernandes, que é casado e pai de dois filhos pequenos, recebeu alta médica ontem.  Já, o colega, que escapou por milagre, continua internado. Um dos tiros quebrou o maxilar e ficou alojado no osso da face, e terá de passar por uma cirurgia para reconstrução da área atingida.  Outra bala se alojou no abdômen.
“Os criminosos já estavam esperando. Foi uma emboscada. Se um dos nossos policiais não reagisse, talvez os dois hoje estivessem mortos. Essa emboscada foi em represália ao que estamos fazendo em relação ao tráfico de drogas em Itaguaí”, avalia o capitão Fernando Barbosa, acrescentando que o tiro que atingiu o abdômen do cabo Gomes passou por debaixo do colete. Uma caneta de ferro usada pelo cabo Fernandes chegou a desviar um dos tiros.
O oficial garantiu que os traficantes vão ter uma resposta a altura, e acrescentou que irá incrementar as ações de patrulhamento no bairro do Engenho e em outros locais onde o tráfico esteja atuando. “Não vamos parar”, garantiu.
“Mercenários” ou Kamikazes?
Kamikazes, como aqueles pilotos japoneses da Segunda Guerra Mundial, que atacavam os inimigos com os seus aviões quando acabava a munição, ou mercenários. Assim podem ser definidos os traficantes que chegam a Itaguaí, vindos de outros locais do Rio. O capitão relembra o ataque que sofreram dois PMs do 27º BPM (Santa Cruz), mortos por um “bonde” na entrada de acesso à CSA, na Avenida João XXIII. O sargento Antônio Bezerra de Assunção, de 52 anos, e o soldado Alex Alves da Silva, de 34 anos, foram mortos a tiros.
O capitão conta que os integrantes do “bonde”, que seriam do Morro do Juramento, no Rio, teriam vindo para Itaguaí invadir alguma área e se perderam.  Parte desse bonde foi interceptado em Itaguaí, onde o oficial foi baleado de raspão no pescoço, durante o tiroteio empreendido com três traficantes que empunhavam fuzis e conseguiram escapar.
Ele lembra que os dois colegas mortos, do 27º BPM, tinham acabado de almoçar e iniciavam o patrulhamento de área quando foram atacados por integrantes de um carro, que entrara no portão da CSA, por engano.
“Eles são assim: vem para cá para cometem atrocidades e fogem”, destaca o oficial, lembrando que passara todo o dia de anteontem percorrendo ruas do bairro do Engenho e não encontrou nada.

É DAÍ PARA PIOR EM ITAGUAÍ


Traficantes fuzilam viatura da PM em Itaguaí

 dezembro 21, 2011 Nenhum Comentário »
Traficantes fuzilam viatura da PM em Itaguaí
Os policiais, que ocupavam uma viatura do 24º BPM(Queimados), foram atender a um chamado de moradores contra música alta, quando foram atacados. A viatura ficou perfurada. PM diz que dará resposta a altura da audácia empreendida pelos marginais. Enquanto isso, Chefia de Polícia Civil esvazia a 50ª DP retirando três delegados.
Por Jorge Lopes
A audácia dos traficantes voltou a prevalecer ontem quando três deles, que participavam de um baile funk proibidão patrocinado pela facção criminosa TCP (Terceiro Comando Puro), atacaram a tiros os ocupantes de uma patrulha do 24º BPM(Queimados), no final da madrugada de ontem em uma rua do bairro do Engenho. Um dos policiais levou cinco tiros, enquanto que o colega recebeu três. Tudo indica que tenham sido vítimas de uma emboscada, acreditam os policiais que estiveram no local. Este é o terceiro ataque a PMs em Itaguaí no espaço de três meses.
De acordo com o capitão Fernando Barbosa, comandante da 5ª Cia, responsável pelo patrulhamento no município, os PMs Fabiano Gomes Masseran e Edson Fernandes da Silva, ocupavam a viatura de prefixo 54-5384, quando foram acionados pela sala de comando da corporação para que fossem até a Rua Manoel Santos, próximo à Rua 44. Segundo descrição de pessoas, que preferiram não se identificar, no local estava sendo realizado um baile funk onde a música alta e estridente, contendo letras pornográficas e de alusão à bandidagem, os chamados “proibidões”, incomodavam a vizinhança.
A versão não foi confirmada pela PM, que disse ter recebido informações de que desconhecidos estariam em um carro ouvindo som muito alto.  Os PMs Gomes e Fernandes chegaram ao local pouco depois das 3 horas da manhã, quando foram surpreendidos com vários tiros que vinham na direção da viatura. Os tiros, mais de dez, eram desfechados por três homens que estavam escondidos em uma parte escura da rua.
Os primeiros tiros estouraram o para-brisas traseiro da viatura, um Renault novinho, integrado recentemente à frota do 24º BPM, pelo governador Sérgio Cabral.  Os tiros, segundo descreveram os policiais, eram de pistolas calibre 9 milímetros.  Pelo rádio da viatura ainda tiveram tempo de solicitar reforço, enquanto os marginais empreendiam fuga. O cabo Gomes, por exemplo, foi alvejado por cinco tiros, sendo que um deles atravessou o para-brisas traseiro da viatura, perfurou o encosto de cabeça do banco, e atingiu o parte da nuca e atravessou sua a boca.  Os outros tiros atingiram o braço e a barriga policial.
Comandante da viatura, o cabo Fernandes teve mais sorte, por assim dizer, pois foi atingido por três tiros. Mesmo baleados, os policiais manobraram a viatura, também perfurada por outros tiros, indo buscar ajuda no Hospital Municipal São Francisco Xavier, no Centro.  Depois de medicados, os policiais foram transferidos para o Hospital da Polícia Militar, no Rio, onde se encontram internados. O estado de saúde do cabo Gomes inspira cuidados. A caneta de ferro usada por pelo cabo Fernandes, no bolso da farda, o teria salvado de levar um tiro no peito, mesmo de colete a prova de balas.
Os traficantes estariam escondidos dentro de um matagal,  de onde saíram atirando nos policiais.
Ação do bonde
O capitão (na época tenente) é o mesmo policial que em 20 de setembro passado enfrentara parte do “bonde” formado por traficantes do Morro do Juramento, no Rio, que tinham vindo para Itaguaí se instalar em locais dominados pelo TCP. O mesmo bando atacara a tiros uma viatura do 27º BPM(Santa Cruz), momentos antes, na entrada da CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico), matando os dois ocupantes, dentro do portão de acesso da Avenida João XXIII. Morreram na ocasião o sargento Antônio Bezerra de Assunção, de 52 anos, e o soldado Alex Alves da Silva, de 34 anos.
Parte do bando trocaria tiros com os PMs do 24º BPM(Queimados) às margens da Rodovia Rio-Santos, na localidade de Vila Margarida.  O oficial chegou a ser ferido levemente. Um dos carros usados pelos traficantes, o Honda Fit, de placa KWZ 4491, cinza grafite, que era ocupado por três marginais foi abandonado na fuga.
Os bandidos conseguiram fugir, deixando para trás 5 mil sacos para embalagem de cocaína, um quilo de maconha, rádios transmissores, dois carregadores de fuzil 762 – o mesmo utilizado pelo Exército americano na guerra do Iraque – e 1.311 papelotes de cocaína.
“Sub-chefe” do tráfico, preso
Considerado o número dois na hierarquia da quadrilha que aterroriza o bairro do Engenho, Léo Perequê, junto com comparsa, menor de idade, conhecido por Índio, no dia 24 de agosto, tinham sido presos por agentes do Setor de Inteligência da 50ª DP (Itaguaí). Os dois ocupavam um Fiat Uno, de placa clonada LPQ 8194, do Rio de Janeiro, quando foram interceptados em frente à Escola de Música Chiquinha Gonzaga, situada na Rua Amélia Louzada, no Centro da cidade.
Perequê é acusado pela polícia de promover o terror no bairro do Engenho, conhecido por sua atitude sanguinária na eliminação desafetos, como descreveram testemunhas que compareceram na delegacia.  Pelo menos cinco mortes eram atribuídas a ele.
Ataque à escola
O mesmo TCP é acusado de ser o responsável pela invasão ao Colégio Cenecista Luiz Murat, onde praticaram atos de vandalismo e roubo. Destruíram computadores e roubaram celulares, deixando nas paredes a inscrição TCP.
Aguardando denúncias
O capitão Barbosa disse que a localidade onde ocorreu a emboscada é dominada pelo traficante Cabal, que está sendo procurado. Ontem, vários agentes do Serviço Reservado (P-2) percorreram o bairro a procura da quadrilha.  Ele acredita que nas próximas horas a PM dará uma resposta certeira ao ataque em que foram vítimas os policiais do 24º BPM.  E pede que a população ajude na caçada aos traficantes e autores do atentando, denunciando anonimamente para os telefones do 24º BPM, que são: 2687-9191 e 2779-9863 (este último da P-2).
Esvaziamento
Nem mesmo o crescimento da violência em Itaguaí fez com que a Chefia de Polícia Civil adotasse uma postura de combate efetivo à criminalidade, e ontem,  foi publicado no Diário Oficial (D.O.) do estado a desativação da Central de Flagrantes situada na 50ª DP(Itaguaí), que atendia aos municípios de Itaguaí, Seropédica, Paracambi e Japerí.  A delegacia só irá atender os flagrantes da cidade até às 18 horas. A partir desse horário a população terá que procurar ser atendida na 56ª DP (Comendador Soares) e na 58ª DP (Posse), distante mais de 30 quilômetros de Itaguaí.
 A chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha,  retirou da delegacia três delegados adjuntos, permanecendo apenas um titular e um delegado adjunto.